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BIBLIORAM em GRAMADO/RS Pela Rota do sol até o Mini-Mundo
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FOTOS DE KHEILA AMORIM ESPINDOLA. Clique nelas para melhor visualizá-las.
. POR RAMADAN PEREIRA ESPINDOLA Professor de Kung fu. Bacharel em Biblioteconomia da UFSC Formado em Administração
Início de novembro de 2012, e finalmente estávamos indo para GRAMADO, no Estado do Rio Grande do Sul (RS). Foram 5 horas e meia de viagem começando pela Rodovia BR-101 em São José, Estado de Santa Catarina (SC), com uma parada em Sombrio/SC, e entrando na Rota do Sol no município de Terra de Areia/RS. Essa rota oferece alguns pequenos túneis e ainda vistas maravilhosa. Chegamos em Canela/RS no horário do meio-dia, onde sem hesitação paramos para almoçar. Após isso, nos dirigimos ao nosso destino. Canela e Gramado parecem ser uma só, unidas por uma mesma avenida chamada de Hortências. Trafegamos pela cidade que não possui um semáforo sequer, nem mesmo nas rótulas. Os condutores e pedestres se respeitam bastante. As hospedagens possuem custos altíssimos, e os hotéis mais baratos que encontramos foram os próprios motéis com pernoite entre R$ 150,00 a R$ 170,00, sem direito a café da manhã, e ainda bem que sempre levamos uma cafeteira. Conseguimos a façanha de almoçar Buffet livre a R$ 13,50 por pessoa.
Pernoitamos num motel situado ao lado de um cemitério e de um crematório de animais, distanciado 5 quilômetros do pórtico de entrada da cidade (conforme imagem acima, lado esquerdo). O clima em Gramado é muito doido, calor durante o dia, e a noite um o ar gelado que te obriga a usar uma blusa de lã, pelo menos foi isso que senti nesse mês de novembro. A cidade respira a cultura alemã e italiana, e assim é sua arquitetura e os sotaques dos nativos. Nessa mesma tarde em que chegamos, já fomos conhecer a área central, e por isso fomos até Marco Zero para buscar mais informações. Atravessamos a rua e visitamos a Catedral São Pedro. Depois fomos até a Rua Coberta e a Prefeitura (imagem acima ao lado direito). Tudo muito pertinho. Caminhamos até a Aldeia do Papai Noel e depois pelas calçadas da Avenida Borges de Medeiros, uma das mais movimentadas da cidade. Por ali, entramos numa loja de cultura árabe, e depois fomos ao ao Lago Rita Bier onde nas proximidades está situado o surpreendente Mini-Mundo.
Esse foi o ponto forte de nossa visitação, pois as miniaturas ali expostas são perfeitas, e isso pode ser visto ao observarmos o Teatro Paulista (imagem ao lado esquerdo) e o Aeroporto de Bariloche em nossas cinturas. O lago Negro com seus pedalinhos foi nossa ultima visita antes de anoitecer. Já no hotel para descansarmos, notamos no início de nosso lanche que não trouxemos açúcar. De nada adianta uma cafeteira se não tomamos café amargo. Por isso, retornamos ao centro, e já passara das 20 horas. Todos os mercados já estavam fechados, me restou pedir um 1/2 copo descartável de açúcar numa padaria e, logicamente, comprei uns pãezinhos também. Há males que vem para o bem, graças a falta de açúcar, fomos surpreendidos com uma cidade às escuras e aguardando pela inauguração da iluminação de natal que desconhecíamos que seria nessa noite. Na verdade nem sonhávamos com isso, muito menos com anjos presos em cordas praticando acrobacias ao redor de uma grande árvore de natal (conforme imagem abaixo, ao lado direito). No dia seguinte, só saímos do hotel lá pelas 10 horas. Novamente fomos conhecer mais um pouco das ruas e lojas do centro. Em algumas quadras há, acoplados aos relógios públicos, grandes termômetros que funcionam de verdade. Também notamos poucas obras em construção. Uma pequena confusão, em decorrência do término de ingressos de uma peça de teatro, ocorreu no palácio dos festivais, o mesmo onde costuma ser palco do famoso Festival de Cinema de Gramado. Duas viaturas policiais foram chamadas para acalmarem os ânimos, e nada mais grave aconteceu. Almoçamos nas proximidades da Prefeitura, num restaurante de comida caseira na presença de uma cadela labradora que continha seios inchados e machucados nas orelhas. E finalmente, enjoamos dessa cidade, e não havia mais nada que fazer ali. Então pensamos, “que tal diminuirmos a distância para casa e ainda pagarmos uma diária bem mais barata em outra cidade”. Foi o que fizemos, deixamos Gramado após as 13:30 hrs e pernoitamos a muitos quilômetros dali, em Araranguá/SC. . CLIQUE nessas logomarcas e seja MAIS um SEGUIDOR Biblioram
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22 de novembro de 2012
BIBLIORAM em GRAMADO/RS
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